Notícias

Justiça manda Apple criar brecha de segurança no iPhone para o FBI

20160217083422_660_420

Tim Cook subiu o tom ao falar abertamente sobre uma disputa travada entre Apple e FBI. O órgão investigativo conseguiu que a Justiça obrigasse a empresa a ajudá-los na criação de uma ferramenta para hackear o iOS, e o CEO não apenas respondeu que não fará isso como ainda disse que o governo pode colocar em risco a privacidade de milhões de pessoas, caso não desista da ideia.

A decisão judicial saiu na última terça-feira, 16. Um tribunal federal afirmou que a Apple precisa colaborar forçosamente com o FBI para quebrar a segurança de um iPhone 5c encontrado com Syed Farook – que, com a esposa Tashfeen Malik, matou 14 pessoas num tiroteio em San Bernardino, Califórnia, em 2 de dezembro.

“Apesar (…) de um mandato autorizando a busca, o governo não consegue completar a busca por não conseguir acessar o conteúdo criptografado do iPhone. A Apple tem os meios técnicos exclusivos que poderiam ajudar o governo a completar sua busca, mas tem se negado a dar tal assistência voluntariamente”, informa a Justiça, em decisão repercutida pela NBC.

A Apple tem cinco dias para responder à Justiça por que não pretende cumprir com a ordem recebida ontem. Tim Cook acabou de tornar público que tipo de argumento deve mandar para o tribunal.

O executivo divulgou uma carta nesta quarta-feira, 17, deixando claro que não ajudará o governo porque o que o FBI quer é uma ferramenta capaz de modificar o iOS a ponto de torná-lo vulnerável. Por mais que os investigadores digam que a técnica seria usada apenas neste caso, Cook lembrou que o importante aqui é a técnica que, uma vez explorada, pode ser replicada por qualquer um com conhecimento suficiente.

“O governo quer que nós removamos funcionalidades de segurança e adicionemos novas capacidades ao sistema operacional, permitindo que um código de acesso seja implantado eletronicamente. Isso tornaria mais fácil desbloquear um iPhone por ‘força bruta’, tentando milhares de milhões de combinações com a velocidade de um computador moderno”, explica o CEO.

Para ele, as implicações das demandas são “arrepiantes”, porque o FBI está interpretando parte da constituição americana de uma forma que, caso seja juridicamente aceita, abrirá brechas para que no futuro sejam feitos pedidos ainda mais obscuros.

“O governo poderia estender essa brecha de privacidade e demandar que a Apple crie um software de vigilância para interceptar suas mensagens, acessar seu histórico médico ou dados financeiros, rastrear sua localização ou até acessar o microfone e a câmera do seu celular sem que você saiba.”

Fonte: Olhar Digital

Loja de aplicativos do Windows atinge 3 bilhões de acessos

20160205103145_660_420

Após o lançamento do Windows 10, a loja de aplicativos da Microsoft já foi acessada mais de 3 bilhões de vezes em seis meses. Os números foram revelados essa semana pela própria empresa, que em janeiro informou que a quantidade de acessos já estava na casa dos 2,5 bilhões.

Além disso, a Microsoft revelou que, entre outubro e dezembro de 2015, as categorias mais populares na Windows Store foram Jogos (com mais de 30% dos downloads), Ferramentas (15%) e Foto & Vídeo (8%). Em termos de idiomas, o português brasileiro foi um dos que mais visitaram a loja de apps, em terceiro lugar.

À frente dos brasileiros estão os usuários de língua inglesa (1º) e espanhola (2º). O nosso idioma, porém, superou os russos (4º) e os indianos (5º), fechando assim o top 5.

Via Windows Blog

Microsoft vê faturamento com smartphones cair pela metade em um ano

20160128210140_660_420

Nesta quinta-feira,passada dia 28, foi a vez da Microsoft divulgar os seus resultados trimestrais. A empresa teve excelentes resultados muito bons, com um lucro de US$ 6,3 bilhões com receitas totais de US$ 25,7 bilhões. Os destaques na área de produtos mais próximos do consumidor é a alta do Surface, enquanto a divisão de smartphones segue em queda livre.

Leia Mais

Microsoft vai notificar usuários alvos de ciberataques de governos

20150422114050_660_420

Em 2011, a Microsoft descobriu que o governo chinês havia invadido contas do serviço de e-mail Hotmail de diversos usuários, mas não emitiu qualquer alerta. Em vez disso, a empresa apenas pediu que as vítimas trocassem de senha. Esta semana, porém, a companhia decidiu mudar sua postura e notificar todo usuário que for vítima de espionagem por algum governo estrangeiro.

Leia Mais